Aneprem e Abipem trabalham juntas e discutem unificação após o congresso, em busca de maior representatividade e menor custo

Edição 19

Discutida há alguns anos, a unificação da Associação Nacional de Entidades de Previdência dos Estados e Municípios (Aneprem) e da Associação Brasileira de Instituições de Previdência (Abipem) parece estar tomando forma. Em entrevista à iiRPPS, o presidente da Aneprem, Herickson Rubim Rangel, explica que o primeiro passo para essa unificação será a realização de um evento conjunto, o Congresso Nacional de Previdência dos Servidores Públicos, que ocorrerá entre 20 e 22 de junho, em Florianópolis (SC). A expectativa dos organizadores com o evento é de alcançar um público de aproximadamente 2 mil participantes e aprofundar as questões atuais da agenda previdenciária, com palestrantes de renome.

Nova 3922 melhora a qualificação do gestor sem reduzir limites de alocação, diz Sandoval

Edição 18

O debate sobre as novas regras para investimentos dos Regimes Próprios de Previdência, aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional em 19 de outubro último, movimentou o segmento dos RPPS tanto quanto as empresas de gestão de recursos. As novas regras alteram aspectos fundamentais da Resolução 3922, que vigora desde 2010, em aspectos que envolvem exigências para atuação dos gestores e também limites para alocação em diferentes classes de ativos. A Anbima, entidade que representa as empresas de gestão, participou ativamente desses debates, através de seu Grupo de Trabalho - RPPSs, o GT-RPPS, que é coordenado pelo gerente nacional de clientes institucionais da Caixa, Daniel Sandoval. Veja abaixo os principais trechos de uma entrevista que Sandoval deu à iiRPPS comentando as mudanças na 3922:

Déficit atuarial é sintoma de desajustes que podem estar ocorrendo com o plano

Edição 17

Para a atuária Wilma Gomes Torres, sócia do escritório Exacttus Consultoria Atuarial e também diretora do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), o momento é adequado para um debate mais aprofundado sobre o déficit atuarial dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) e sobre os caminhos para equacioná-lo. Veja abaixo os principais trechos da entrevista de Wilma à revista Investidor Institucional RPPS:

Regime de recuperação fiscal traz novo ânimo ao Rio regime de recuperação fiscal traz novo ânimo ao Rio

Edição 16

O Rio de Janeiro enfrenta uma das mais graves crises fiscais de sua história. O estado ainda não terminou de pagar o décimo terceiro de 2016 e parte dos salários de maio e junho continuam atrasados. Mas a situação está começando a mudar e uma solução está se desenhando, pelo menos essa é a visão do secretário estadual da fazenda Gustavo Barbosa. A esperança chega com a adesão ao regime de recuperação fiscal oferecido pela União para socorrer os estados em situação de desequilíbrio financeiro mais grave.

Espírito Santo aposta na manutenção dos fundos financeiro e previdenciário, além de fundo de pensão próprio, para reverter desequilíbrio de gastos

Edição 15

 

Em situação diferente de estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, o Espírito Santo tem mantido uma situação de equilíbrio previdenciário mais controlada nos últimos anos. O estado tem conseguido manter os pagamentos dos inativos em dia sem aumento da alíquota de contribuição para os servidores e nem para o ente público. Em entrevista exclusiva para a revista iiRPPS, Alexandre Wernersbach Neves, presidente do fundo de pensão Preves conta o histórico com as principais mudanças e analisa a situação da previdência dos servidores capixabas desde a segregação de massas ocorrida em 2004.

Solução da crise fiscal dos estados passa pelo corte de servidores estáveis e redução da folha

Edição 14

A crise fiscal de estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul é a ponta do iceberg de um problema que abrange a todos os entes federativos. O comentário é de Renato Follador, que defende que a solução para os estados brasileiros é reduzir a sua folha de pagamento com o corte de pessoal. “Só existe uma solução para a crise financeira dos estados: demitir servidores estáveis. É preciso diminuir a folha, baseando-se em regras pré-estabelecidas para que essa demissão ocorra”, diz Follador em entrevista para a iiRPPS.